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Testemunhar milagres faz parte da rotina de um jornalista que trabalha no meio cristão. Mas, não que exista milagre melhor que o outro, a história dos entrevistados abaixo, tornou o milagre deles muito mais emocionante. O motivo? Simplesmente porque envolve a vida de uma linda menina, Isabella, e a madura e fundamental atitude de um marido apaixonado e dedicado, Renato. E, para fechar com chave de ouro, uma mulher, que, além de ser uma mãe que dá a vida pelas filhas, é uma mulher de fé, oração e ação.
Confira no link: (http://www.lagoinha.com/ibl-noticia/mae-doacao-eterna-de-amor/)
Conheça um pouco da história de Alessandra, mãe que decidiu não abortar e persevera constantemente pela vida de sua filha
Histórias de superação, lutas, vitórias, perdas, alegrias e milagres fazem parte do imenso roteiro, da vida da humanidade, escrito por Deus. No capítulo Mãe, da história de vida de Alessandra Nicole Passagli, 36 anos, o enredo narra momentos de lutas, milagres e superação. Alessandra é casada com Renato Resende, e é mãe de duas meninas, Camila (5) e Isabella Pontes (um ano e oito meses). Durante dois anos, ela tentou engravidar, fez inclusive tratamento de fertilização – quando descobriu que tinha Endometriose e aderência nas trompas, o que não lhe permitia engravidar. Alessandra foi operada e, no ano de 2006, ficou engravida de Camila, que nasceu saudável.
O sonho de ter mais um filho foi quase anulado pela palavra dos médicos. Alessandra estava com sintomas característicos de menopausa precoce. Depois de seis meses fazendo exames mensais, os valores mostraram que ela já estava na pós-menopausa. Mesmo assim, Alessandra e Renato criam que o Senhor faria um milagre e pouco tempo depois, ela engravidou. Uma gravidez considerada impossível pelos especialistas, uma vez que ela estava estéril. A notícia, porém, foi interrompida por um aborto espontâneo. Mas a fé e a esperança foram fortalecidas pelas revelações de Deus.
A mão do Criador escreveu mais um milagre. Em menos de 45 dias, Alessandra estava grávida da pequena Isabella. Contudo, durante a gestação, Alessandra descobriu que seu bebê tinha problema de má-formação no sistema nervoso central. Os médicos, então, aconselharam o aborto, porém, a fé do casal persistiu e, hoje, com quase dois anos, Isabella tem vivido de milagre em milagre, e os especialistas já falam sobre a possibilidade de ela andar. Confira por que na entrevista a seguir!
Atos Hoje: Qual foi sua reação quando descobriu que não poderia ser mãe novamente?
Alessandra: Chorei muito. Foi uma notícia terrível, pois, já havia tido a Camila e queríamos ter um segundo filho. Mas, nessa época sentia muitos sintomas de uma menopausa precoce. Tentava engravidar, porém, depois de alguns meses de exames, descobri que meu organismo já estava na pós-menopausa, logo, não ovulava mais.
Atos Hoje: Conte como seu esposo reagiu e se posicionou ao seu lado.
Alessandra: Na saída da consulta, que constatou que eu não poderia ser mais mãe, meu marido se assustou em me ver chorando e disse: “Mulher, cadê a sua fé?”. Respondi que estava fragilizada e só o Senhor poderia me fazer forte. Ele então ajudou-me a humilhar-me diante do Pai e pedir o Seu socorro. Na mesma hora voltamos ao ginecologista com esse resultado. O Senhor já tinha me fortalecido, e meu marido e eu estávamos prontos para guerrear. Passamos a orar e jejuar juntos.
Atos Hoje: O que o médico disse e o que vocês decidiram acreditar?
Alessandra: Ele me disse que ninguém, nenhum lugar e nenhum dinheiro poderia me dar um filho. Então disse a ele que o meu Deus ama satisfazer os desejos do meu coração, e assim Ele me daria um filho. Pois, filhos são herança do Senhor. Nossa caminhada é marcada por Romanos 12.12: “Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação e perseverantes na oração”. Sempre fui ao ginecologista feliz e em paz, tanto que ele me dizia: “Eu sempre te dou notícias ruins acerca da sua saúde e você continua com essa alegria, mesmo na dor”. A chance que eu tinha de ser mãe era somente por meio da fertilização do esperma de meu esposo com o óvulo de outra mulher, in vitro – eu seria somente “a barriga”. Mas meu esposo não aceitou. Havia a possibilidade de usar injeções que induzem a ovulação, porém, minhas chances eram de 0,0001%, por estar estéril. Mas, críamos que poderia dar certo. O médico disse: “Você não tem óvulos”, eu respondi: “Vou engravidar”.
Atos Hoje: O milagre aconteceu e você engravidou novamente. Mas pouco tempo depois enfrentou um aborto espontâneo. Como vocês mantiveram a fé inabalável?
Alessandra: Deus sempre nos revelava algo. Meu marido teve a revelação de que eu estava grávida, no dia que marcamos para iniciar o tratamento com injeções. Fomos ao hospital, mas ele não conseguiu descer do carro e subir comigo ao médico, pois o carro começou a apresentar problemas elétricos. Então ele me disse para não deixar o médico injetar nenhum remédio, e falar para ele que estava grávida. “Pede a ele um exame para comprovar”, ele disse. Foi o que fiz. O doutor riu e disse que respeitava a minha fé e me deu o pedido. Eu fiz o exame e estava grávida, glória a Deus! Mas, a gravidez não estava indo bem. Sentia fortes cólicas, estava com sangramentos e nos exames de ultrassom o bebê não estava desenvolvendo. O sangramento aumentou muito, era um aborto espontâneo. Porém, Deus revelou ao meu esposo e a mim que o feto havia vindo para “abrir o caminho” para nosso filho, como João Batista preparou o caminho para Jesus! O ultrassonografista disse que meu útero e ovários estavam normais, que não estavam atrofiados e que nunca diria que eu tinha acabado de passar por um processo de aborto. Estava pronta para engravidar!
Atos Hoje: E você engravidou com menos de 45 dias de recuperação. Porém, foi mais um milagre seguido de outra surpresa – agora, a respeito da saúde de seu bebê. Vocês pensaram em desistir?
Alessandra: Não. Deus é fiel! Com apenas 12 dias meu organismo estava ovulando, estava indo tudo bem, Deus me revelou que seria uma menina e o ultrassom confirmou. Até que no quinto mês de gestação, ao fazer o ultrassom morfológico, o resultado detectou Ventriculomegalia (cérebro aumentado) no feto. Levei esse resultado para o médico e ele me pediu que repetisse em mais dois lugares. Foi constatado que a bebê tinha Mielomeningocole, Hidrocefalia e Arnold Chiari – que são más-formações no sistema nervoso central. Em Isabella a síndrome atingia a região chamada de lombossacral, onde comprometeria a sensibilidade, movimento das pernas, pés, bexiga e intestino. Os médicos nos aconselharam a abortar, alegando que em caso de má-formação poderíamos fazer o aborto, está na lei e é legal. O ultrassonografista disse coisas horríveis para nós, dentre elas, alegou que a bebê poderia nunca andar, falar, alimentar, interagir e que usaria fraldas por toda vida. Mas independente de como seria nós amávamos a Isabellinha e jamais eu interromperia a gravidez, mesmo correndo risco de vida.
Atos Hoje: Isabella nasceu e está saudável, com quase dois anos de vida! Como tem sido a caminhada?
Alessandra: Após o parto de risco, pois, tivemos que adiantá-lo um mês, Isabella passou por várias intervenções cirúrgicas e ficou internada no CTI por trinta e cinco dias. Aprendemos a fazer os curativos na ferida operatória. Achei que era impossível, mas, conseguimos aprender a passar a sonda para ela urinar.
Ficamos uma semana em casa, mas, Isabella voltou a ser hospitalizada por um diagnóstico de meningite – mais 21 dias no CTI para operar a cabeça pela terceira vez, pois a válvula para conter a Hidrocefalia tinha sido infectada. Cinco dias após a cirurgia os médicos descobriram que a válvula tinha sido mal posicionada no cérebro e fizeram a quarta cirurgia na cabeça. Isabella ainda enfrentou a quinta cirurgia e depois um tumor benigno no olho. Também foi constatado pelos médicos que ela tinha surdez profunda. Chorei na presença do Senhor e Ele me disse: “Filha, sua filha te ouve”. Fiz a prova. Escondi-me e cantei “Parabéns para Você”. E para nossa comprovação, Isabella bateu palmas! São inúmeros os milagres que temos vivido, minha filha é linda. Canta parabéns, louva a Deus com as mãozinhas para cima, manda beijo, dá tchau e assenta sozinha. As lutas não terminaram ainda, há infecções urinárias frequentes e intercorrências o tempo todo. Mas confiamos, não questionamos, só obedecemos. E todos os dias comprovamos que Deus não escolhe os capacitados, Elecapacita os escolhidos.
Atos Hoje: Deixe uma mensagem para as mamães!
Alessandra: Queridas, quero parabenizá-las pela doação eterna de amor que vocês têm com os seus filhos. Vivam todos os dias crendo e perseverando até o fim, pois, vocês sabem, como eu, que um sorriso dos nossos pequeninos muda tudo – principalmente nas tribulações! Deus abençoe a todas.
Atualmente, estou ajudando o projeto Novos Talentos do grande amigo Renato Xisto e em breve publicaremos o institucional do projeto – que tem uma visão muito bacana de preparação e divulgação de novos artistas do meio gospel!
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Xisto promovendo um workshop sobre a importância de administrar o tempo, a carreira e a vida pessoal.
No feriado dia 1º de maio o grupo do projeto teve a oportunidade de participar do evento 1º de Maio Gospel – no Expominas, onde as cantoras Vitória Alexia, Eimée Lago, Emanuella Costa e Lorrane ministraram canções de cantores famosos no meio gospel.
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A galera estava animada e adorou ao Senhor dando muito apoio às cantoras! Confira mais imagens (nada oficiais,ok).
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Graças ao Facebook encontrei Zélia e Sara e pude realizar minha primeira entrevista com personagens de um fato cuja repercussão foi internacional! O foco da entrevista é totalmente voltado para o público cristão, cujo veículo para o qual trabalho, é o mais acessado para fins de conhecimento cristão.
Confira a entrevista abaixo.
(link: http://www.lagoinha.com/ibl-noticia/fizemos-o-nosso-melhor-e-falamos-ao-maximo-de-jesus/)
Compartilham as irmãs em Cristo Zélia e Sara sobre a aflição vivenciada no Egito
A missionária Zélia Magalhães e a estudante Sara Lima, membros da Igreja Evangélica Avivamento da Fé, em Osasco / SP, enfrentaram momentos de tensão no Egito, mês passado. O sequestro foi divulgado na mídia e a Igreja brasileira pôde acompanhar o desfecho com muita intercessão e louvores a Deus.
As irmãs em Cristo ficaram conhecidas internacionalmente e puderam testemunhar a milhares de pessoas como enfrentaram as horas de tensão sob o domínio dos beduínos – grupo árabe habitante nos desertos, que têm reivindicado as prisões de companheiros e a maneira como têm sido tratados pelo governo provisório. Confira a rápida entrevista que concederam ao Lagoinha.com!
Lagoinha.com: Quantos dias você e Sara ficaram no Egito?
Zélia e Sara: Ficamos quatro dias no Egito conhecendo vários lugares históricos.
Lagoinha.com: Antes de serem surpreendidas com o sequestro, vocês perceberam alguma instabilidade nas ruas?
Zélia e Sara: Não. Estava tudo muito calmo, e estávamos confiantes que tudo ia dar certo nessa viagem.
Lagoinha.com: Descreva brevemente como está a sociedade egípcia diante dos conflitos.
Zélia e Sara: O Egito está enfrentando momentos de instabilidade política, com o governo provisório, sem um presidente que represente o povo. Em fevereiro do ano passado, a revolta no mundo árabe, chegou ao país, e, em menos de 20 dias, levou à renúncia do presidente Hosni Mubarak – no poder há 30 anos. Com isso, a instabilidade de visões políticas e as reivindicações dos povos habitantes nas cidades e nos desertos, ainda são um fato em tempos de governo provisório.
Lagoinha.com: Vocês tiveram a oportunidade de evangelizar as pessoas daquela terra?
Zélia e Sara: Sim. Até mesmo no deserto falamos de Deus para os beduínos, para o guia e também para o oficial – e todos eram muçulmanos. Fizemos o nosso melhor e falamos ao máximo a respeito do nosso Jesus.
Lagoinha.com: No momento do sequestro, o que os beduínos falaram para vocês?
Zélia e Sara: Falaram que nada iria acontecer conosco, pois, eles se rebelaram contra o governo deles e queriam chamar atenção das autoridades do Egito. Em alguns momentos eles perguntaram se estávamos com frio ou fome, e até nos deram cobertas, comida, e um chá típico.
Lagoinha.com: Os beduínos sabiam que eram cristãs?
Zélia e Sara: Não no momento do sequestro, mas depois sim. O nosso guia os informou.
Lagoinha.com: No deserto vocês pensaram que veriam a morte?
Zélia e Sara: No começo sim, mas, logo nos lembramos das promessas de Deus para as nossas vidas. A partir daí, vimos que o Senhor não nos deixaria morrer.
Lagoinha.com: Vocês tiveram alguma direção/revelação de Deus sobre o porquê daquele momento?
Zélia: Deus queria proporcionar para mim uma experiência com Ele, que só poderia ser ali no deserto.
Sara: Testemunhei a missionária Zélia sendo usada por Deus para falar com o nosso guia.
Lagoinha.com: Enquanto passava o dia, o que vocês fizeram?
Zélia e Sara: Oramos e louvamos ao Senhor, falamos dos projetos de Deus em nossas vidas, crendo que sairíamos de lá. Ficamos deitadas e sentadas no chão todo o tempo. E cantamos o louvor da pastora Ludmila Ferber: “Buscar Tua Face é Preciso”. Quando falaram que estava tudo bem, louvamos e depois oramos durante pouco mais de oito horas que ficamos sob poder dos beduínos.
Lagoinha.com: Além de estarem ilesas, vocês gostariam de compartilhar algum testemunho?
Zélia: Aprendemos muito com essa experiência, pois, é fácil falar do deserto sem ter estado lá.
Sara: Pude ver a glória do Senhor. Contemplei a beleza da natureza de Deus, o céu estava limpo e muito perto de nós. Vi duas estrelas descendo, poucos minutos antes de sermos libertas. Soube então, que o Senhor estava cuidando de nós, eles não nos tocaram depois de nos tirar do ônibus! Glória a Deus!
Lagoinha.com: Deixem uma mensagem para a Igreja de encorajamento e fé.
Zélia: Nunca pare de lutar, mesmo nas dificuldades faça como Débora – vá em frente e enfrente a guerra.
Sara: Nunca duvide que o Senhor está cuidando de você. Nunca pare de confiar Nele, pois, Deus sabe o que faz e com quem faz! Com isso tudo Ele nos mostrou que faz milagres até os dias de hoje! Também nos mostrou o quanto Ele nos ama. O que somos nós? Somos pobres pecadores, mas mesmo assim Ele nos salvou e nos livrou do mal. Confiem sempre em Jesus e depositem toda a fé naquele que morreu por nós! Como cristãos, não podemos fazer parte da guerra, e sim fazer a nossa parte mostrando o amor de Jesus – sem ódio e sem rancor por aquelas vidas.
Zélia e Sara definem sete motivos de oração pelo Egito
1-Clame pela Paz e salvação dessa nação;
2-Ore pelo crescimento espiritual em Cristo, para que saibam que Jesus salva e cuida;
3-Interceda pela economia e por um governo justo;
4- Profetize saúde física, espiritual e emocional;
5- Clame ao Senhor que console os corações egípcios;
6- Ore pela libertação desse povo tão amável;
7- Clame para que o Senhor alimente as famílias, sem deixar faltar o azeite e a farinha na botija. Que Deus abençoe esse povo!